quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Te encontrar em um sonho bom!




Olha só que irônico...
Estou aqui entre linhas com a Mari falando de você.
Mas o mais estranho é falar sobre você no passado.

Será que você sabe o quanto machuca a sua falta?
O quanto machuca olhar para os quatro cantos do palco e não te achar em nenhum deles?
É algo quase que insuportável,Smille!

Eu já perdi as contas de quantas vezes, corri pra dentro de um camarim e te procurei.
Procurei por que queria te contar algo ou te dizer simplesmente:Não falei que vinha! Tô aqui porra!

Mas ao invés de encontrar você. Eu juro.. eu encontro um vazio. Por que o seu espaço... é TÃO seu! Que sempre será seu.

Estamos falando aqui da última vez que te encontramos.
Ela em Brasília!
Eu em Mogi!

Aqui chovia... uma garoa chatinha...
Madrugada, poucos carros na rua e você jurou que podia dançar na chuva!
Me puxou depois de um tempo e disse:
- Isso é um dia Comum! Vou subir!
Me deixou lá molhada e com um beijo seu no rosto.

Dez minutos depois você ainda estava lá, falando com várias pessoas. Molhado, mas sem pressa de subir!
E última imagem sua que quase sempre reluz por aqui é aquela:
Uma porta de elevador abrindo e fechando. Você dentro dele mandando beijos e mostrando a língua.
Dando tchau e fazendo reverencias!

Deus, como eu te amo!
Como você é lindo!
E que falta você me faz hein?

Das coisas que eu não fiz e das coisas que eu não falei.
Uma delas é que eu peguei um certo resfriado depois daquela noite e que eu te odiava por isso. Mas eu te amava por ter me apresentado tantas pessoas que de fato sem elas, depois de tudo eu não saberia me virar!

Uma delas é a Mari.. e é com ela que eu troco essas confidências meio dolorosas de fato. Mas ainda assim confidências.
Ela é uma das estrelas que brilham na terra. Graças á você!

Enquanto você brilha ai em algum lugar. Ela brilha aqui, me fazendo rir ou chorar como hoje. Mas tão presente, como você!
Quase nada mudou, sabe? O meu amor por você e a minha gratidão, por exemplo, continuam iguais.
Só a saudade que é outra. Não é uma saudade que eu posso matar daqui alguns meses.
Se eu te chamar no msn, como já fiz, você não vai me responder.
Não por que esta ocupado, mas por que você não esta aqui.
Pelo menos não por onde meus olhos podem ver. E é nessa hora que eu me lembro que a saudade dói.

Desculpa por te falar tudo isso, tanto tempo depois...
Mas... eu tinha que te dizer que eu te amo ... te amo por ter sido quem você foi e por ser quem você é.
Mas esse mundo não é pra você. Esse Rio de Janeiro não é pra você. Essas pessoas não são pra você.
Você esta mais além....
E por isso conseguiu ir mais além.

Amo você, meu menino.
Sempre e pra sempre!
Independente de planetas ou céus!







Para me dar força, escrevi no espelho do meu quarto:
'Tá certo que o sonho acabou, mas também não precisa virar pesadelo, não é? ' É o que estou tentando vivenciar.
Certo, muitas ilusões dançaram - mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo. Eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas. Também não quero dramatizar e fazer dos problemas reais monstros insolúveis,becos-sem-saída.
Nada é muito terrível!Muito menos viver,não é?

Ando bem, mas um pouco aos trancos. Costumo dizer, um dia de salto 7, outro de sandália havaiana.
Dividindo o astral, o ritmo, a over, a libido, a percepção da terra, do ar, do fogo, da água, nesta saudável vontade insana de viver.
O caminho é IN, nao OFF.E isso eu já aprendi, mas assim como em tudo: É mais fácil na teoria do que na prática.

Li o jornal hoje de manhã e nele tinha algo como: " Pisciniano, deixe as magoas de lado e continue o seu caminho". ( É eu leio sim o horóscopo do dia.Acho que não custa nada).
Não sei de QUAIS magoas o tal horóscopo de referiu, mas sei que não são poucas.
Adoro conselhos e tentarei seguir este á risco.
TENTAREI!

QUE SEJA DOCE!

domingo, 22 de novembro de 2009

Então...é isso!


Se não for planejado, terá sentido?
Sempre penso nas conseqüências, penso no que vou fazer se alguma coisa der errado, ou como vou voltar atrás rapidamente sem ninguém perceber que eu me importo.
Será que meu vizinho realmente se importa tanto? E se o vizinho for eu?
Estou tão confiante, que penso que sou um modelo a ser seguido.E o que os outros vêem, realmente faz diferença, pra eles? Quem sou eu??
Tenho medo de me tornar uma senhora amarga e frustrada. Mas essa loucura esta fazendo com que o meu futuro não aceito, aconteça e agora.
Mas tenho tanto sono que prefiro dormir, ao ter que pensar em algum plano de volta por baixo, pra que de novo ninguém veja.
Uma coisa sei, e vou começar de agora, calar a boca.
Se ninguém souber meus planos, nunca vou ouvir que não consegui, mesmo que minha vida possa ser de mentira, faz de conta.
Faz de conta que também planejei isso.
Ainda dá tempo? Tempo de que?
A falta do tempo me faz sentar e esperar pra ver no que vai dar...
Não é certo esperar, mas a inconstância me acompanha, de mais ou de menos, desta vez vou esperar, apesar de parecer tão certa, pode ser a tal da crise, vulgo: TPM.

Mas o mais tenso é saber que não é ela. Isso é uma outra coisa que eu preciso trabalhar. Eu preciso aprender que não existem culpados pra tudo. As coisas acontecem!Simplesmente acontecem. Nem eu e nem ninguém foi de fato culpado.

Eu tenho a pessima mania de me culpar. O meu extremismo age até ai.
Me culpo por que acho a grama do vizinho mais verde. E daí? A inveja é fundamental.
Me culpo por que amo demais alguém. E daí? O amor é vital.
Me culpo por que amo mais do que ele (ela). E daí, eu sempre acabo amando só pelo bem querer e isso já me basta.
Me culpo por que quebrei um copo ou espelho. E daí? As coisas quebram.

O tempo todo me culpo ou te culpo. O tempo todo peço desculpas pra mim mesma, me desculpo. O tempo todo peço desculpas pra você e pode apostar: O tempo todo vou te perdoar também.
E ai vou me culpar por não deixar meu orgulho agir. Por que sim, o orgulho é fundamental.
Mas... fundamental por fundamental, fico com a paz.
E se para tê-la é necessario dizer amém ou ignorar isso ou aquilo, tudo bem, eu topo!

domingo, 15 de novembro de 2009

.Assim a gente vai, seguindo, rumos tão diferentes.



Quando muitas coisas acontecem ao mesmo tempo precisamos dar um "pause".
Ando muito confusa, um tanto perdida para conseguir expressar qualquer sentimento e, ou situação que vem acontecendo e "desa-acontecendo" na minha vida. Sem sofrer ou sem pular de alegria.
Essa minha forma extrema de andar, de sonhar, de sorrir as vezes me cansa.
Gostaria sim de ser um meio termo, uma vez ou outra. Gostaria também de ter certeza de tudo e as vezes, só as vezes, ficar incerta.
Se estou bem? Talvez...

Talvez não esteja tão mal assim. Talvez a minha ansiedade ainda não tenha me sufocado; talvez eu não tenha matado alguém de tanto querer ser carinhosa e amorosa.
Sabe, eu que sempre grito aos quatro cantos que odeio o morno, odeio o cinza, odeio banho-maria.
Já comprei peças de roupas cinzas e estou sendo cozida em banho-maria há meses.
Mas talvez eu reverta essa situação. Talvez pare de usar o cinza, talvez coloque mais cores na minha vida. Talvez componha qualquer coisa, talvez sorria, talvez chore, talvez termine, talvez me revele, sei lá... tudo é um talvez!

É tudo um grande talvez. Mas não é um "quase".O "quase" me mata.
As coisas sub-entendias, que talvez acontecam, são essenciais.
Mas não pode "quase" acontecer.Até gosto da dúvida, ela me faz sentir vontade de escolher, de ir além, de prosseguir, de arriscar.Mas detesto o medo, o "em cima do muro", o mais ou menos.
E pra ser bem sinecera, isso tudo me faz um grande mal.

Eu sei onde estou e com quem estou.
Mas sei também pra onde quero ir e com quem quero ir.

Alguém tem um manual de como viver?

.Me polpe Salgadinho?

Agora o assunto do momento é a tal garota da Uniban e o seu micro-vestido.
Ela parece se multiplicar. Esta em todos os canais possíveis.
(Vestindo sempre a mesma roupa)
Saiu na Veja uma duas edições seguidas. Claro que esta praticamente todos os dias no Super Pop e dizem até que já foi convidada pela playboy para posar nua.

Bom...
Eu tenho algumas opiniões sobre esse polemico assunto.

A)Todos os dias eu vejo coisas piores nos corredores da Universidade onde estudo. Todos os dias aparece alguém tão sem noção quanto ela vestindo algo semelhante.
B)Todos nós temos o velho e atemporal direito de ir e vir, com ou sem roupa.
C)Mas eu sou a favor do BOM SENSO. Existe hora e lugar para vestir algo assim.Com ou sem calcinha, o problema é seu. Mas sejamos coerentes: Universidade ou um local de trabalho não é mesmo o melhor lugar para se usar algo assim.
D)Por que os alunos dessa Instituição não fazem essa mesma algazarra para reivindicar seus direitos?
d.1 As mensalidades abusivas que a Universidade cobra.
d.2 O sistema ridículo que a mesma abrange.
d.3 Os professores péssimos e na maioria das vezes incompetentes.

É estranho ver pessoas tão dispostas á julgar a garota que não tem um corpo tão bonito assim,com o seu vestido vermelho.
É estranho ver que eles não souberam respeitar o espaço da garota. Por que mesmo sendo sem noção a mesma tem o seu espaço.
É mais estranho ainda ver que esses alunos (Todos) se movimentaram, para expulsar a garota da universidade.
Essa não é a idéia que eu tenho de uma universidade. Universidade é um lugar de reflexão.
É um lugar onde a hipocrisia não deveria existir. Em uma universidade você recebe uma base, recebe ao menos uma idéia do que é certo, do que é errado e do respeito que devemos um ao outro.
Bom, tudo bem. Às vezes me esqueço que estou falando da UNIBAN.

Uma universidade que chega ao limite de expulsar alguém por usar um micro vestido (feio) e vermelho, certamente não daria uma base dessas para os seus pagantes, ops, alunos.
É triste ver uma situação assim.
E quando digo triste. Estou falando da tal Geyse e de toda a zona que a Universidade (Reitores, Professores, Coordenadores e alunos) fizeram.

Ah, esse é o Brasil.
Como sempre digo: O País é bom... o povo que é uma merda.

domingo, 8 de novembro de 2009

*sentir.


Cada um tem uma emoção.
Cada um tem uma forma de sentir.
De sentir, de amar, de querer...
Não podemos exigir que ninguem sinta as mesmas emoções que nós.
Não podemos esperar do próximo uma mesma forma de amar.
Cada um ama de um jeito. Cada um se faz intenso da sua maneira.
Na verdade, deveriamos nos limitar em apenas sentir:
Seja lá o que for!

É tão bom sentir.
De uma maneira ou outra.
Uma coisa ou outra.
O sentimento do outro...
O coração do outro batendo no nosso peito.
O sorriso do outro estampado no nosso rosto.
O cheiro do outro na sua blusa, no seu travesseiro.
O gosto do beijo que se mistura ao gosto de bebida doce.

É...algumas palavras não precisam ser ditas.Mas ainda assim gosto de dizer.
Gosto de expor. Gosto de transformar em sentido e deixar gravado de uma maneira ou outra em algum lugar.
Gosto de expor meus sentimentos que insistem em transbordar em atitudes e gestos...
Corpo no corpo...Alma na alma...
Vivo uma certa metade. Agora com a certeza de que existe uma metade minha nele também.
E pra ser bem sincera, já não sou mais sem ele.
E me sinto feliz...!
Feliz por amar na intensidade que amo.
Sim...é amor!
De um jeito que nem imaginava ser possível!!!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Coração na Boca.



De tudo o que eu sei, a minha maior certeza é que eu sei amar.
Eu não sei me dar pela metade, eu não consigo ser um prazer momentâneo pra alguém. E quando isso acontece, me sinto pequena diante do meu verdadeiro valor.
É estranho ter que assumir que você perdeu o controle de uma situação.É difícil ter que dizer: " Olha, eu tentei fazer diferente, mas isso foi tudo o que eu consegui".
Eu queria conseguir mais, queria ser mais e ter mais. Eu cobro demais de mim, cobro muito mais de mim do que dos outros.Não sei ser uma cobrança constante na vida de alguém, mas sou uma carrasca comigo mesma.
Eu tento fugir, por que não escondo a minha covardia. Mas quer saber? Não consigo fugir. Eu não sei fugir e definitivamente eu não quero fugir.
Eu sei exatamente onde estou e pra onde quero ir.Sei também que não gosto de repolho, mas adoro o brócolis.Sei que gosto de compor com palavras soltas, mas que tem um rumo certo.
As maiores verdades que me envolvem,não estão escondidas, estão bem claras: Eu não sei amar pela metade e eu não como repolho!

Sabe, eu vim ao mundo pra sentir.Meu coração me esgarça,eu perco o controle, tropeço nos meus próprios pés, a cenas se repetem, dou um nó. Mas e daí? Quando eu decido eu vou.Me corto, me estrepo, azar meu. Sorte a minha por ser assim, por cair e levantar, por mais que arda.
A vida é minha, o amor é meu!

Por muito tempo procurei amores,procurei certezas, procurei segurança.
E nessas buscas incansáveis, eu descobri que eu queria uma combinação perfeita que não existe.
Não existe um amor certo, um amor seguro.Um amor perfeito.
Estamos fora de uma novela. Não somos elenco de um filme.
Ou é uma coisa, ou é outra.
E por mais que isso seja uma decepção, depois de um tempo você percebe que é mesmo assim, e que isso ninguém pode mudar. Nem mesmo você.
E quando você desce do muro e da a cara a tapa, você descobri que amor não tem garantia,mas tem devolução.
Pode começar do nada, pode acabar de repente, pode durar uma vida.Até duas.
Mas existe sempre o meio.
O amor não tem regras, o desejo não tem limites.Minha boca é do tamanho do meu coração.

E por maior que seja esse coração ou até mesmo essa boca, eu me sinto tão sufocada.
Minha boca não consegue transferir as emoções que o meu coração tanto pede pra que ela diga, pra que ela grite.
Quanto tempo já faz?
Eu não sei. Não me importa se passaram anos, meses, horas, segundos.Não me importa também se estou em outubro ou novembro.Se chove ou se faz sol.
Eu não uso relógio, eu não sei a hora certa.
Eu só sei que acordei e pensei em você e o tempo me pareceu vago.Não sei mais se você existe.Não sei se você vem, se você liga, se você ainda come na madrugada. Eu não sei,não sei de mais nada.
Eu odeio a sua mania de sumir. Mas dessa vez você esta aqui,e eu quero continuar te olhando.
Quero olhar o seu olho por um bom tempo.Esses olhos que me olham e nada prometem.
Mas tudo bem, eu não quero promessas.Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens.

Eu quero acordar agora e te ver ainda aqui.
Pode ser?
Quero te dizer que ficar longe de você não me fez muito bem, e que eu preciso de você, nem que seja assim, pela metade.
Posso juntar a minha metade a sua metade e fazer um inteiro.
E então.... nós dois ficamos bem!